A Feira-Livre de São Miguel continua viva. Conheça um pouco desta cultura!

O município de São Miguel/RN é rico em cultura, arte, artesanato, histórias de empreendedorismo e fé. Esta riqueza, repleta de detalhes aos quais, muitas vezes, passam despercebidas aos olhos comuns, está disponível ao público nas feiras-livres. É sabido que a dimensão física das feiras-livres atualmente, se restringem a poucos espaços na cidade, e ao longo dos anos, há uma diminuição significativa no número de barracas e dos comerciantes de rua.

Uma banca de frutas, outra de verduras, outra de roupas, lanches e até de galinhas. É uma diversidade de produtos dispostos aos visitantes no centro da cidade. Mas, não é apenas os produtos que chamam a atenção de quem visita o local. Tomar um cafezinho na banca do Dedé, por exemplo, é uma experiência impagável, e você precisa viver esse momento, onde comprar uma fruta se torna consequência da vista à feira.

Ouvir as histórias e bater um papo com as artesãs do barro então, é um momento especial, se é que podemos nomear esta experiência. O carinho, o cuidado, a simpatia, o afeto, o amor pelo trabalho, o empenho e dedicação. São muitos os desafios enfrentados por elas para produzir os produtos em louça de barro.

Alfenim, rapadura, mel de engenho, feijão, arroz, farinha de mandioca. É muita fartura! A alegria e o brilho nos olhos de cada comerciante é mais farto ainda. Durante a nossa visita, todos eles foram receptivos, súper atenciosos e faziam questão de mostrar os seus produtos.

Dentro da feira, há um espaço dedicado aos produtores rurais de opções orgânicas. Neste espaço, você pode degustar a torta de banana orgânica na barraca da Lucelma ou a tapioca recheada feita com massa de farinha de mandioca feita pelos próprios produtores. É indispensável que você experimente.

Nós amamos viver esta experiência e recomendamos não somente aos micaelenses, mas como todos que tenham esse tipo de feirinha em sua cidade. Valorize essa cultura, pois estas pessoas contribuem de forma direta para manter viva uma tradição de décadas. Consumam os seus produtos, mas principalmente consumam as suas histórias, conversem com eles, você não vai se arrepender por isso.

Fotos: Alexandre Milla

Alexandre Milla

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